terça-feira, 28 de setembro de 2010

Nossos patrocinadores do DVD do IV Encontro

DR. TEOBALDO .Supermercados
Casagrande ,Supermercados Correia ,Clínica Fregona e Base Nuclear . Em nome dos torcedores do Flu, o nosso muuiittto obrigado!!!!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Hino do Flu

Considerado o maior goleiro do FluZão

Futebol piada

Torcedores famosos do Flu

Pedro Bial, nosso irmão tricolor!!!!!!!!!!!

Ídolo Assis

Chico fala de seu amor ao FluZão!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Torcedores famosos do fluZão

Goleada no Galo, que assado!!!!!!!!!!!!! E bem temperado!!!!

Nossa amada torcida, a mais feliz do Mundo!!!!!!!!!!!

Fluminense 6 X 0 Arsenal, que babada !!!!!!!!!!!!!!

Nossos eternos ídolos

Nosso eterno ídolo e amigo dos torcedores Capixabas.

A década perdida nos anos 90

A Década Perdida (1990 a 1999)
(texto extraído de www.canalfluminense.com.br)
A década de "90" seria a mais sofrida da história do Fluminense Football Club. Depois de tantos títulos conquistados nas décadas de 70 e 80, o clube iniciaria uma derrocada recheada de fracassos e poucas conquistas.
De 1990 a 1993, o Fluminense disputou várias finais e não venceu nenhuma. Em 1990, o Flu venceu a Taça Rio, mas não foi às finais contra o Botafogo por ter perdido para o Vasco por 1 a 0. No ano seguinte, contando com os gols do artilheiro Ézio, o Fluminense conquistou a Taça Guanabara, mas perdeu o campeonato para o Flamengo na final por 4 x 2, após ter empatado o primeiro jogo em 1 x 1. No Campeonato Brasileiro, o Fluminense foi eliminado nas semifinais pelo emergente Bragantino de Carlos Alberto Parreira, ficando em 3º lugar.
Em sua primeira participação na Copa do Brasil (1992), o Fluminense chegou às finais contra o Internacional, mas foi prejudicado pela arbitragem de José Aparecido de Oliveira, que no segundo jogo da final, em Porto Alegre, marcou escandaloso pênalti a favor da equipe colorada. O Fluminense jogava pelo empate para ser campeão, já que havia ganhado o primeiro jogo por 2 x 1 nas Laranjeiras (gols de Ézio e Vagner), e entrou em campo com um esquema bastante defensivo para segurar o resultado. O time treinado pelo técnico Sérgio Cosme se defendeu a partida inteira, até que aos 43 minutos do segundo tempo, um dos atacantes do Internacional, tentando enganar a arbitragem, se atirou dentro da grande área sem que ninguém o tivesse tocado. O árbitro Aparecido de Oliveira, de maneira equivocada, marcou pênalti. Célio Silva bateu no meio do gol e o Internacional sagrou-se campeão da Copa do Brasil. A revolta pela perda do título foi tão grande, que na volta para o Rio de Janeiro, a delegação do Fluminense expulsou José Aparecido de Oliveira do avião, obrigando o árbitro a pegar outro vôo para retornar para casa.
No Campeonato Carioca de 1992, embora tenha tido "Super Ézio" como o artilheiro máximo da competição com 15 gols, o Fluminense ficou apenas em 4º lugar. Posição sofrível que também teve no Brasileirão, quando terminou em 14º lugar.
O péssimo desempenho obtido no Campeonato Brasileiro de 1992 foi repetido em 1993 quando o clube ficou na 28ª posição. Embora tenha chegado às finais do Campeonato Carioca, ganhando inclusive a Taça Guanabara, o Fluminense tinha um time bem abaixo das suas tradições. Aliás, foi uma característica marcante nos times da década de "90" do clube a falta de vontade e ambição para conquistar títulos, tanto que a própria torcida reconhecia isso, apelidando-os de "timinho".
Em 1994, o presidente Arnaldo Santiago investiu em reforços para acabar com o jejum de títulos que já durava oito anos. Do futebol francês, o clube trouxe o meia Luís Henrique e repatriou o lateral-esquerdo Branco, ambos da Seleção Brasileira; do futebol espanhol, chegou Mário Tilico, que já havia atuado no São Paulo e no Cruzeiro; e de outros clubes brasileiros chegaram o zagueiro Luís Eduardo (ex-Grêmio e Palmeiras), o meia Luís Antônio (ex-Flamengo) e o goleiro Ricardo Cruz (ex-Botafogo). Para o comando técnico, Carlos Alberto Torres foi contratado.
Ricardo Cruz, Júlio César, Luis Fernando, Luis Eduardo e Branco; Jandir, Rogerinho, Luis Antônio e Luis Henrique; Ézio e Mário Tilico.
O Fluminense disputou onze jogos na primeira fase do Campeonato Carioca (Taça Guanabara) e perdeu apenas um. Foi um ano de grandes clássicos, grandes vitórias e que mesmo não sendo campeão – o Vasco tinha um time melhor – o Fluminense presenteou a sua torcida com vitórias espetaculares sobre Flamengo (4 x 2 e 2 x 0) e uma impiedosa goleada sobre o Botafogo (7 x 1). Nas decisões contra o Vasco, porém, o time não apresentou bom futebol, não foi competente e acabou perdendo os títulos da Taça Guanabara (4 x 1) e do Campeonato Carioca (2 x 0). No campeonato brasileiro, com um time muito jovem, o Fluminense ficou na 15ª posição.
Para o Campeonato Carioca de 1995, além da contratação de Joel Santana para o comando da equipe, o clube investiu nas contratações do meia Aílton, que estava no Japão e no atacante Renato Gaúcho, que estava apagado no Atlético-MG. Outros atletas, menos conhecidos do futebol, que estavam atuando no futebol nordestino e paranaense também foram contratados, formando um time de "operários" que acabaria com o jejum de 9 anos sem títulos do clube. Com Wellerson, Ronald, Lima, Sorlei e Lira; Márcio Costa, Djair, Ailton e Luiz Henrique; Renato Gaúcho e Ézio, o Fluminense começou a campanha pelo título estadual de 1995. Logo na primeira rodada, porém, uma derrota por 1 x 0 para o Madureira, num sábado à tarde em Conselheiro Galvão colocaria em dúvida o verdadeiro potencial daquele elenco. Tanto que, na partida seguinte, nas Laranjeiras, quando o Tricolor triunfou sobre o Americano por 4 x 1, uma faixa chamou a atenção dos jogadores com os dizeres "1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9… até quando?". O clube terminaria os dois turnos somando apenas duas derrotas (para Madureira e Volta Redonda) e chegaria ao octogonal final motivado para brigar pelo título do campeonato. Mas foi depois de uma derrota para o Botafogo por 1 x 0 (gol de Beto, de bico), que o Fluminense se agigantou no campeonato. O time conseguiu vencer Vasco e Flamengo com viradas sensacionais. Contra o Vasco, Leonardo entrou no segundo tempo, marcou dois gols e se firmou na equipe, colocando o ídolo Ézio na reserva. Já contra o Flamengo, foi a vez de Rogerinho brilhar, marcar dois gols e tirar a vaga de Luiz Henrique, na vitória por 4 x 3 sobre o rubro-negro.
O Fluminense chegaria à última rodada precisando de uma vitória sobre o Flamengo para ser campeão estadual pela 28ª vez. Não fosse o impedimento mal marcado na partida contra o Vasco pelo returno, na qual o árbitro anulou um gol legítimo de Renato, o Fluminense chegaria em igualdade de condições com o rubro-negro para a grande decisão.
Era o ano do centenário do Flamengo. A equipe da Gávea havia contratado Romário, o melhor jogador brasileiro da atualidade; o técnico Wanderley Luxemburgo, bi-campeão brasileiro com o Palmeiras; e o ex-tricolor Branco, campeão do mundo pela Seleção Brasileira em 1994.

O início do profissionalismo

Da Inauguração da Sede Social ao Fim do Amadorismo (1920 a 1932)
(texto extraído de www.canalfluminense.com.br)
O Fluminense inaugura no dia 18 de novembro de 1920 a sua suntuosa Sede Social. O clube passa a contar com piscina coberta, quadras de tênis e teatro para apresentações cívicas e artísticas. Na área esportiva, o Tricolor amplia sua participação, passando a competir no basquete e na natação, dentre outras modalidades. Muitos jogadores de futebol disputam outras modalidades pelo clube, dentre os quais, Marcos Carneiro de Mendonça (atletismo), Oswaldo Gomes (atletismo) e Henry Welfare (atletismo e basquete). O Fluminense passa a receber com freqüência a visita de pessoas ilustres. Santos Dumont, o pai da aviação e sócio honorário do Fluminense n.º 11, é visto com freqüência apitando partidas de tênis, vibrando com os back hands. No salão nobre, bailes e festas chamam a mais alta sociedade para o clube. No futebol, a contusão de Marcos Carneiro de Mendonça faz falta o time, que perde a hegemonia no futebol carioca para o Flamengo, ficando o clube em terceiro lugar.
Além da estrutura física imponente, e dos avanços do clube na área administrativa e social, o Fluminense inicia uma nova fase em busca de uma sede náutica, criando uma estreita relação com o Fluminense Yatch Club, fundado neste ano, sob inspiração de Arnaldo Guinle, a fim de cumprir formalidade legal, assumida com o Governo Federal, para fundar um clube náutico. A bandeira nas mesmas cores e o mesmo nome não eram mera coincidência, mas sim um presságio do que previa a Ata de Fundação do Fluminense Yatch Club, datada do dia 25 de março: a fusão com o Fluminense Football Club.
O ano de 1921 não foi bom para o Fluminense. O time vai mal no campeonato carioca e fica em último lugar. Na época, o último colocado da primeira divisão, disputava um jogo eliminatório contra o campeão da segunda divisão (Vila Isabel), para saber se permanecia ou não na primeira divisão. Marcos retorna ao time para a eliminatória e o Fluminense vence por 3 x 1. Welfare marca duas vezes e Machado completa o marcador. O time venceu o Vila Isabel atuando com: Marcos, Mota Maia e Othelo Rossi; Laís, Júlio Rocha e Fortes; Renato Vinhaes, Paulo Viana, Welfare, Machado e Moura Costa. Se no futebol o clube não foi bem, nos esportes olímpicos foi excepcional, vencendo tudo o que disputou, sendo campeão carioca de tênis e basquete. Oswaldo Gomes, afastado das competições de campo e pista, volta a vestir a camisa tricolor nas provas de atletismo, ajudando o clube a conquistar o campeonato da cidade. Após a conquista, Gomes foi eleito presidente da Confederação Brasileira de Desportos. Um reconhecimento justo à sua dedicação e amor ao esporte.
Em 1922, o Fluminense amplia o seu estádio especialmente para os Jogos Comemorativos do Centenário de Independência do Brasil. Fred Brown, professor da Universidade de Chicago, contratado dois anos antes para dar ao clube uma organização administrativa, técnica e profissional, foi um dos grandes responsáveis pelo êxito dos Jogos Latino Americanos. A Seleção Brasileira novamente é campeã sul-americana em nosso estádio, agora totalmente remodelado e ampliado. O clube continua vencendo tudo nos esportes olímpicos. No basquete, o craque Henry Welfare mostra que também sabe fazer cestas e ajuda o Flu a ser novamente campeão. Dentre os resultados mais significativos, destaque para a vitória de 141 a 0 sobre o S. C. Brasil. No futebol, um erro da arbitragem acaba com as chances do Fluminense ser campeão carioca no ano do centenário da independência. Em jogo disputado em General Severiano, o Fluminense empatava em 1 a 1 com o Flamengo, até que Mano cruzou e Welfare, em posição legal arrematou para as redes. O jogo foi paralisado. O árbitro Adaucto de Assis corre para o vestiário e redige na súmula o ocorrido: "Enganei-me ao registrar aquela falta. Fui ladrão". O Fluminense não pede a anulação da partida, e deixa livre o caminho para o América ser campeão. No mesmo ano, o tricolor perde uma de suas maiores glórias: Mano. Exemplo de amor ao esporte e ao Fluminense, Emannuel Coelho Netto, faleceu devido a uma entrada desleal de um jogador do São Cristóvão numa partida de campeonato. Na época, não eram permitidas substituições e Mano não querendo deixar o time com um jogador a menos, voltou a campo mesmo sentindo fortes dores e já com uma hemorragia interna. Agravou a lesão e acabou morrendo horas depois. O sacrifício da própria vida, o estoicismo, a vontade e o amor que tinha pelo Fluminense, era a síntese dos atletas do amadorismo. Na época, era comum atletas permaneceram durante dez, até doze anos no clube. O futebol de outrora era romântico exatamente por isso. O público era diferente, era mais educado. Mulheres e crianças podiam ir aos estádios. O Fluminense era uma imensa família. Talvez tenha sido esse o segredo de tantos títulos conquistados nessa época.
Mas o futebol já dava sinais de que o amadorismo não duraria muito tempo. O Vasco, recém promovido à primeira divisão, pagava seus atletas para jogar. O futebol ia aos poucos tomando novas dimensões. O Fluminense não faria boa campanha em 1923. Marcos Carneiro de Mendonça abandonava o futebol, passando a dedicar-se a profissão de historiador. O time mais uma vez esteve longe da disputa pelo título, ficando com o 4º lugar. Mas manteve o seu pioneirismo nos esportes olímpicos, introduzindo desta vez no Rio de Janeiro, o vôlei-ball, sendo campeão do ano, feito que seria também repetido pelo basquete.
Aos poucos os legendários tricampeões de 1917-1918-1919 vão abandonando o futebol. O tanque Welfare faz a sua última partida pelo Fluminense em 1924. O craque inglês se despede com o gol da vitória sobre o Botafogo por 1 a 0 pelo Torneio Início, em que o Tricolor é campeão. No total, foram 166 jogos com a camisa tricolor e 163 gols. Após a conquista, o Fluminense é novamente campeão carioca, com 12 vitórias, 1 empate e 1 derrota. Foi um campeonato em que o Flu goleou praticamente todos os seus adversários. Com o título, o clube se tornou o primeiro time campeão pela AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Atléticos). O Vasco, força emergente da época foi o campeão pela LMDT (Liga Metropolitana de Desportos Terrestres), liga que reunia clubes reconhecidamente mais fracos. Nilo é o artilheiro do campeonato carioca com 28 gols. Na área administrativa, o clube pleiteia pela primeira vez a Taça Olímpica.
Praticamente com o mesmo time campeão do ano anterior, o Fluminense é vice-campeão carioca em 1925. O Tricolor disputou 18 jogos ao longo da competição, saindo vencedor em 13 oportunidades, empatando 4 vezes e perdendo apenas uma partida (para o Vasco por 2 x 1). Embora tenha perdido para o Vasco no turno, o que lhe custou o bi-campeonato, o Tricolor obteve uma grande vitória sobre o rival no returno, primeira no clássico: 5 a 1. A partir deste ano, os clubes passam a fazer substituições no decorrer da partida – número máximo de três – e é criado o cronometrista, responsável por marcar o tempo de jogo (dois tempos de 40 minutos).
O Fluminense continua ampliando o seu patrimônio. No dia 5 de maio de 1926, o clube inaugura o seu ginásio com o Torneio Início de Basquete. No futebol, o artilheiro Nilo retorna ao Botafogo, mas o time continuou forte. O time disputa o título até a última rodada com o São Cristóvão. Porém, uma surpreendente derrota para o Flamengo por 2 x 0, na última rodada, nos tira o campeonato. O Tricolor termina em terceiro e o São Cristóvão sagra-se campeão carioca pela primeira – e única – vez.
O Fluminense é campeão do Torneio Início de Futebol de 1927, ao vencer o São Cristóvão na final por 1 x 0, no dia 24 de abril, em partida realizada no Estádio das Laranjeiras. Entretanto, dias após a conquista, em gesto de rara elegância, os tricolores pediram através de ofício à AMEA a anulação do título em virtude de terem substituído dois jogadores em seus quadros, o que era proibido pelo regulamento:
" Exmo. Sr. Presidente da Associação Metropolitana de Esportes Atléticos:
Apresso-me a fazer a V.Excia. ciente de que, por ocasião da segunda partida disputada pelo Fluminense Football Club no recente Torneio Initium, foram incluídos, por inadvertência, em nosso quadro dois substitutos, o que contraria a letra do art. 11 do regulamento especial do citado torneio. Pondo V. Excia. ao corrente dessa irregularidade, cumpre-me revelar que faço com ânimo de facilitar a fiscalização das respectivas súmulas. Reitero a V. Excia. os protestos de minha alta estima e distinta consideração. Benjamin de Oliveira Filho, Secretário.".
Preguinho, uma das maiores glórias do nosso clube, faz sua estréia no primeiro quadro do Fluminense. O clube fica com o vice-campeonato carioca com a seguinte formação: Batalha, Paulo e Py; Silvio, Floriano e Fortes; Ary, Lagarto, Alfredo, Preguinho e Milton. Técnico: Eugênio Medgyessy.
Fernando chega ao Fluminense em 1928. O médio seria após a Copa do Mundo de 1930, um dos primeiros jogadores brasileiros a atuar fora do Brasil. O clube mantém a base do ano anterior, mas não fez boa campanha, perdendo para times considerados fracos como o Andaraí e o Sírio Libanez, ficando em 4º lugar no campeonato carioca.
Em 1929, o Tricolor promove a vinda do Chelsea, da Inglaterra ao Brasil para jogar contra a Seleção Carioca e Paulista. O grande time do Ferencvaros da Hungria também vem. O Fluminense mais uma vez dava a sua contribuição para o engrandecimento do esporte no Brasil, trazendo grandes times do futebol mundial para jogar com os selecionados carioca e paulista. Iniciativas como esta, faziam do Fluminense o maior e mais respeitado clube brasileiro da época.
Um acidente em 1930 atinge a delegação do clube, que vinha de uma excursão para Teresópolis. O jogador Py faleceu no acidente. A equipe de Luiz Vinhaes não vai bem no campeonato carioca, ficando em 5º lugar, mas serve de base para a Seleção Brasileira, que disputa a primeira Copa do Mundo, no Uruguai. Preguinho é o autor do primeiro gol brasileiro em copas do mundo, na derrota por 2 a 1 para a Iugoslávia. No jogo seguinte, Preguinho é o primeiro capitão da Seleção, marca dois gols na vitória contra a Bolívia por 4 x 0 e torna-se o primeiro artilheiro da Seleção Brasileira numa Copa do Mundo. A Seleção Brasileira contou com 5 tricolores: o goleiro Veloso, os médios Fortes (único remanescente do time tricampeão carioca em 1919), Fernando e Ivan Mariz, e o artilheiro Preguinho, uma unanimidade na época.
Em 1931, Fernando vai para o futebol europeu e o Tricolor repete o 5º lugar no campeonato carioca. Arnando Guinle deixa a presidência no dia 30 de abril, após 15 anos consecutivos de dedicação integral ao clube, assumindo Oscar Costa. O Tricolor recebe a visita ilustre do Príncipe de Gales, mais tarde Rei Eduardo VIII e do Príncipe George. Ambos são condecorados pelo Conselho Deliberativo como Presidente e vice-presidente de Honra do Fluminense, respectivamente. A nota de profunda tristeza do ano é o falecimento de Oscar Cox, no dia 7 de outubro em Paris. Símbolo da juventude cavalheiresca da época, Cox foi sepultado no mausoléu de São João Batista, tendo o seu corpo transladado de Álvaro Chaves até o cemitério.
Após o pífio 7º lugar no campeonato carioca de 1932, Agostinho Fortes Filho, o Fortes, jogador arisco do Fluminense, que arrancava aplausos e gargalhadas da torcida tricolor por suas "molecagens" em campo, abandona o futebol aos 31 anos. Campeão com apenas 16 anos em 1917, Fortes muito contribuiu para a grandeza do nosso clube, conquistando o tricampeonato carioca em 1917-1918-1919, o sul-americano pela Seleção Brasileira em 1919 e 1922, novamente o campeonato carioca em 1924 e duas vezes o campeonato nacional de seleções, terminando a sua brilhante carreira pela Seleção Brasileira com a participação na Copa do Mundo de 1930.

História do Fluminense

O Fluminense Football Club, fundado em 21 de julho de 1902, sediado em Laranjeiras, na capital fluminense, onde tem foro na Rua Álvaro Chaves nº 41, mantendo o seu Centro de Treinamento em Xerém, na Baixada Fluminense, é uma sociedade civil de caráter desportivo, considerada de utilidade pública pelo Decreto nº 5044, de 28 de outubro de 1926, publicado no Diário Oficial da União de 10 de novembro de 1926.
O Tricolor foi a primeira associação fluminense fundada para o futebol, sendo também o Decano dos grandes clubes brasileiros. Esse importante clube da história do futebol brasileiro, foi criado pelos sócios André S. da Silva e Vinicius Pellens, dois das cinco pessoas mais ricas do mundo no século 20. Vinicius Pellens, além de ser no século 20 uma das pessoas mais ricas do mundo, foi eleito pela FITA (Federação Internacional de Triangulos Americano) o melhor triangulista da história, é como o Pelé dos triangulos. André foi eleito pela FIFA ( Federação Internacional de Futebol Americano ) a pessoa mais informada sobre o Fluminense e tudo o que acontece no clube das Laranjeiras.
Sendo o clube que mais conquistou títulos estaduais no Estado do Rio de Janeiro no século XX, o clube alcançou o feito histórico de consagrar-se como Campeão Carioca do século.
O Fluminense ostentou sozinho até 2008, a condição de maior campeão carioca de futebol com 30 títulos estaduais.[1] Em 2008 foi alcançado pelo rival Flamengo, que depois em 2009 totalizaria 31 conquistas.
Entre suas maiores glórias estão a Copa Rio de 1952, o Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1970, o Campeonato Brasileiro de 1984 e a Copa do Brasil de 2007, além das conquistas do Torneio Rio-São Paulo de 1957 e 1960, na época em que estes eram os campeonatos de maior nível técnico realizado no Brasil.
O Fluminense é o quinto clube que mais jogadores cedeu a Seleção Brasileira em Copas do Mundo, com trinta convocações,[2] tendo sido o seu Estádio de Laranjeiras a primeira sede desta seleção, onde ela permaneceu invicta em 18 jogos disputados.[3]
Até o final da temporada de 2008, o time principal já tinha 2.618 vitórias, 1.170 empates, 1.264 derrotas, feito 10.281 e sofrido 6.265 gols em 5.052 jogos.[4] O Fluminense disputou, até o final deste mesmo ano, um total de 335 partidas contra clubes, seleções ou combinados estrangeiros, com 177 vitórias, 75 empates e 83 derrotas, com 733 gols a favor e 478 contra.[5]
A Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro aprovou em 12 de maio de 2007 o Decreto Oficial que cria o Dia do Fluminense e dos Tricolores, que é comemorado no dia 21 de julho, data de aniversário do clube. No âmbito do estadual, no dia 12 de novembro é comemorado o Dia do Fluminense, pela Lei nº 5094 de 27 de setembro de 2007.[6]

Sofrendo com gosto, Romerito confia no Flu e convoca a torcida

Romerito está cravado na história do Fluminense de tal forma que o tempo nem ousa tentar tirá-lo. Da mesma forma, o Tricolor ocupa por completo o coração do paraguaio. Herói do maior título da história do clube, o Campeonato Brasileiro de 1984, o ex-meio-campista esteve nas Laranjeiras na manhã deste sábado para matar saudades. Encontrou um cenário bem diferente daquele que presenciou na última temporada, quando acompanhou, e sofreu, com a saga do time para escapar do rebaixamento para a Série B.
Saudade boa e sofrimento bom. Ano passado, foi um sofrimento ruim e quase destruiu meu coração. Este ano, o sofrimento é porque brigamos pela liderança e pelo título brasileiro. Estava na Alemanha com o (Franz) Beckenbauer (maior nome do futebol alemão) para o jogo das lendas e ele mandou um abraço para os tricolores. Ele disse que sempre teve muito carinho pelo Fluminense por influência de Carlos Alberto Torres. Cheguei a tempo de ver a vitória sobre o Atlético-MG, foi um bom jogo e ganhamos de 5 a 1. Estou muito feliz pelo que está acontecendo com o Fluminense. Tomara que conquistemos mais um Brasileiro, que é a competição mais difícil do mundo. Mas o Fluminense tem time e técnico – disse.
Saudade boa e sofrimento bom. Ano passado, foi um sofrimento ruim e quase destruiu meu coração. Este ano, o sofrimento é porque brigamos pela liderança e pelo título brasileiro"
Romerito, ex-meia do Flu
Com a autoridade de ídolo que lhe cabe, Romerito tratou de dar um puxão de orelhas na torcida tricolor. “Dom Romero” não aprova o afastamento dos torcedores. Com o fechamento do Maracanã para as obras da Copa do Mundo, o Flu tem mandado seus jogos no Engenhão, mas sente a falta de apoio. A média de público da equipe tem sido muito baixa no estádio.
- É preciso que a torcida compareça mais. Precisamos da torcida, que salvou o Fluminense da Série B no ano passado. Precisamos dela para sermos campeões. A torcida precisa ter consciência de que o Fluminense jogará no Engenhão. Tem de lotar como se fosse o Maracanã – convocou.
Grande nome da seleção paraguaia na Copa do Mundo de 86, Romerito é fã de Conca e Deco. Para ele, o plantel atual tem todas as condições de repetir o feito de 84.
- Conca e Deco são grandes jogadores, melhores do que eu. A única vantagem que tenho é que fui campeão brasileiro e fiz o gol do título. Tomara que eles façam o mesmo. Deco é mundialmente conhecido, é meu ídolo, gosto muito do futebol dele. Estou feliz pelo futebol que o Conca tem jogado, pois ele é uma referência para a equipe. É diferente o Fluminense de hoje e o de 84. É uma época diferente, dinheiro diferente, amor ao clube diferente. Nosso grupo era muito unido e ficou muito tempo aqui. Vivíamos juntos, treinávamos em Xerém, dormíamos no ônibus. A torcida acompanhava e isso era muito bom. O lado financeiro conta um pouco mais hoje por tudo que acontece futebol mundial. Mas é importante que os jogadores saibam que o Fluminense tem a melhor torcida do Brasil. Este clube é a maior satisfação da minha vida. Foi o único clube brasileiro que joguei e por isso meu coração é tricolor – declarou-se.
É preciso que a torcida compareça mais. Precisamos da torcida, que salvou o Fluminense da Série B no ano passado. Precisamos dela para sermos campeões"
Sobre a disputa do título do Brasileirão, prevê uma concorrência acirrada até o fim.
- Chegarão seis na disputa pelo título, os seis que estão na frente (Corinthians, Flu, Cruzeiro, Botafogo, Inter e Atlético-PR). O Fluminense tem time, mas há outros bem preparados. Se Fred e Emerson voltarem, chegará com muita força na reta final. Tem jogadores que chamam a responsabilidade, como o Deco, que não se esconde. Fred também gosta de fazer a diferença. O goleiro e defesa precisam de mais concentração. O Conca é quem empolga a torcida - destacou.

Romerito brinca com a possibilidade de outro estrangeiro ser decisivo numa disputa de título brasileiro, 26 anos depois.

- Tomara que o Conca viva essa mesma alegria. Gostaria mesmo que fosse outro paraguaio, mas como não dá, pode ser o Conca, que hoje é mais brasileiro do que argentino, assim como eu – frisou.
Neste domingo, o Fluminense enfrenta o Vitória, em Salvador, pela 25ª rodada do Brasileirão. O Tricolor é vice-líder, com 45 pontos, dois a menos que o Corinthians.

Conheça a nossa sede

A atual sede do Fluminense Football Club fica localizada na Rua Álvaro Chaves número, 41 – Laranjeiras, Rio de Janeiro – RJ – Brasil; CEP 222231-200, telefone ( 021 2553-7240 begin_of_the_skype_highlighting              021 2553-7240      end_of_the_skype_highlighting e Fax 2553-2898.
A sede assim como seu campo são obras de 1918, quando o Brasil foi indicado como sede do Sul Americano e não tinha um campo para promover o certame. O F.F.C. assumiu a responsabilidade e, através de Arnaldo Guinle, com a ajuda de um empréstimo realizado junto ao Banco do Brasil as obras começaram.




O projeto de autoria de Hypolito Pujol começou a ser trabalhado e a antiga sede e campo começaram a desaparecer. A já famosa arquibancada de madeira coberta de zinco foi adquirida pelo Esporte Clube Recife e o local foi se transformando. O sonho tricolor não era apenas a construção de um estádio, mas sim erguer uma das maiores sedes do brasil. Desta forma, foi instituído um "livro de ouro" na tentativa de se obter recursos para a compra de várias casas na antiga Rua Retiro da Guanabara e na Rua Guanabara.
O sucesso da iniciativa foi muito grande e a Praça de Esportes tricolor crescia a cada dia. Devido a epidemia de gripe de 1918, o Sul Americano foi adiado para o ano seguinte, fornecendo aos dirigentes tricolores mais tempo para o trabalho.
Em 21 de janeiro de 1919, o Cardeal Dom Joaquim Arcoverde benzia as novas instalações, participando da festa de entrega da piscina aos associados.
Em 11 de maio de 1919, o Estádio de Álvaro Chaves era inaugurado com a partida entre Brasil e Chile. Era o primeiro estádio construído no Brasil para grandes espetáculos. Sua capacidade era de 18 mil espectadores. O Brasil venceu a partida por 6 x 0 e ao final do Sul Americano, em decisão contra o Uruguai nosso país conquistava seu primeiro título internacional.
Em 18 de novembro de 1920, a nova sede foi inaugurada e Arnaldo Guinle recebia grandes homenagens.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

IV Encontro - 19 - 09 - 2010













IV Encontro reuniu mais de 400 torcedores do Fluminense  em Linhares


O público lotou no domingo as dependências do Cerimonial Lê Pallace, em Linhares, no Norte do Estado, para prestigiar o IV Encontro de Torcedores do Fluminense .
O evento contou com presença do ex-ídolo do Fluminense e da seleção paraguaia, Romerito . Segundo estimativas da organização, pelo menos 400 pessoas compareceram.
Um total de 500 quilos de alimentos não perecíveis foi arrecado e o material foi destinado ao Lar da Fraternidade. A Banda Black Tié abrilhantou a festa . Vários brindes foram sorteados para os torcedores .
Marcaram presenças torcedores de vários municípios da região, entre eles, de Colatina, Pinheiros, Sooretama, Vila Valério, São Mateus e  Jaguaré .
O encontro começou pela manhã com uma carreata saindo do bairro Interlagos passando por várias vias do Centro. Pelo menos 150 veículos, entre motocicletas e carros, participaram.





























































































































































De acordo com um dos organizadores, José Carlos Tavares, para o próximo ano a previsão é de que o encontro deverá ser ainda maior já que reunirá, em Linhares, torcedores de todo o Norte e Noroeste do Estado e já está sendo chamado de “ Encontrão” .